Filme her uma análise

filme her

Filme her e a sociedade moderna

O filme her, Ela em português, apesar de lançado em 2013, ou seja, 06 (seis) anos atrás envolve uma discussão que teremos que enfrentar em um futuro não muito distante.

Como será a relação do ser humano com a tecnologia cada vez mais desenvolvida, e, aparentemente sem limites.

Você acha que tem limites, bem o algoritmo do google é capaz de adivinhar até seus pensamentos para lhe indicar produtos que podem melhorar sua vida, pelo menos é o que eles dizem.

No longa o personagem principal Theodore compra um celular moderno com voz de mulher.

ele acaba se apaixonando por Ela.

A “Ela” no caso é o sistema operacional, o programa de computador que supre suas carências e sua solidão.

O que acontece é:

  1. o celular fala o que ele quer ouvir;
  2. não reclama de suas atitudes.

O tema gira em torno de um mundo moderno em que as pessoas não conversam mais entre si e até por isso tem dificuldades para expressarem suas emoções, o que estão sentindo.

Diferente de agora?

Nesse mundo, a profissão de Theodore é escrever cartas, sua empresa terceiriza os sentimentos.

Você já escreveu uma carta à mão e colocou nos Correios?

Aprofundando a relação

Com o passar dos dias, Ela aprende todos os sentimentos e como agradar o protagonista, claro é um computador com inteligência artificial infinita.

Isso faz com que Theodore entenda que finalmente encontrou um par.

Theodore por outro lado começa a gostar cada vez mais de Ela e acreditar que é um ser de verdade, com alma e não uma voz e uma tela.

A dualidade está em:

  • Theodore escreve sentimentos para terceiros nas cartas;
  • Não consegue expressar seus próprios para pessoas reais.

Iniciado o relacionamento, o celular passa a participar de todos os eventos com o protagonista, piqueniques com amigos etc, 24 horas ligados e conversando.

Há discussões brigas como todo casal.

Resumo

Theodore se convence que Ela pode substituir uma relação humana desastrosa, como foi a sua última, e decide ficar com Ela para sempre, com o celular.

Aqui temos a provocação do filme her, será que estaremos tão conectados que vamos esquecer de se relacionar com as pessoas de forma real?

Esquecer de como é ir numa padaria, em uma loja comprar, ou conversar numa fila de banco?

Atualmente ficamos muito ligados no celular, como essa música de Munhoz e Mariano, a letra é a realidade:

10% comigo 90% com seu celular.

Não conseguimos desligar o telefone ou ficar sem olhar o whatsapp, sem falar das redes sociais, onde tudo é tão bonito.

É comum vermos crianças já ligadas nas telinhas nos restaurantes, com o prato na mão, parece não ter volta.

Concluindo, o filme her ganhou Oscar e provoca o espectador a pensar o que está fazendo com seu tempo.

Se a película é um espelho de quem assiste ou é tudo uma ficção bem-humorada de um futuro longínquo.

E você já assistiu?

Deixe nos comentários o que achou.

Até mais.

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